sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Alemanha lucra 9000 milhões de euros com a crise das dívidas soberanas...
A Alemanha terá lucrado 9.000 milhões de euros com a crise das dívidas soberanas, que a par da subida das taxas de juro dos países mais endividados levou à descida das taxas de juro alemãs.
já em maio o ministro das finanças alemão , bem dizia que os emprestimos dinamizavam a economia alemã....
já em maio o ministro das finanças alemão , bem dizia que os emprestimos dinamizavam a economia alemã....
Passos Coelho apupado... Meu Deus ninguém lhe agradece o défice ir ficar em 4,5 este ano!
é de uma confrangedora injustiça. Passos Coelho foi apupado e insultado.... Ninguém lhe agradece o esforço que tem feito para salvar o país e de facto isso é injusto. Ninguém lhe agradece o aumento das taxas moderadoras da saúde e o facto de ainda haver margem para subir mais ( há sempre margem para subir é só somar mais números, euros neste caso).
Melhor que andarem a dar tiros, é quando virem estes senhores dizerem o que nos vai na alma. porque de facto são. chulos, bandidos, parasitas, sacanas, cínicos, falsos, mentirosos, egoistas, uns verdadeiros filhos da mãe (algumas mães deles não têm culpa)....ufa aliviei um bocado a escrever estas asneiradas...
mas isto começa a correr mal em todo o lado. Hoje no ministério da Segurança Social andaram a dar um saquinho para os trabalhadores contribuirem ( coercivamente) para uma banca de recolha de alimentos ( estava la as tvs dava jeito a encenação)... aquilo correu mal e uma trabalhadora falou mal e bem na frente do ministro com a comunicação social a ouvir. as restantes pessoas mandaram o saquinho à merda e reagiram bem alto! a coisa começa a aquecer, o tuga está a ficar no ponto de rebuçado ou muito me engano ou algum destes artistas qualquer dia tem surpresa!
Melhor que andarem a dar tiros, é quando virem estes senhores dizerem o que nos vai na alma. porque de facto são. chulos, bandidos, parasitas, sacanas, cínicos, falsos, mentirosos, egoistas, uns verdadeiros filhos da mãe (algumas mães deles não têm culpa)....ufa aliviei um bocado a escrever estas asneiradas...
mas isto começa a correr mal em todo o lado. Hoje no ministério da Segurança Social andaram a dar um saquinho para os trabalhadores contribuirem ( coercivamente) para uma banca de recolha de alimentos ( estava la as tvs dava jeito a encenação)... aquilo correu mal e uma trabalhadora falou mal e bem na frente do ministro com a comunicação social a ouvir. as restantes pessoas mandaram o saquinho à merda e reagiram bem alto! a coisa começa a aquecer, o tuga está a ficar no ponto de rebuçado ou muito me engano ou algum destes artistas qualquer dia tem surpresa!
Jorge Fiel e muitos outros andam preocupados com os sindicatos...
Algures no Verão do ano passado, visitei um call center, na Infante Santo (Lisboa), e fiquei espantado. Num vasto open space, 200 pessoas falavam ao telefone, ao mesmo tempo e em 19 línguas diferentes, resolvendo problemas tão diversos como a do finlandês que não sabia mudar o pneu do seu Peugeot ou de um português que queria obter informações suplementares sobre um PPR.
Cheirava a trabalho naquela sala espaçosa, que tresandava à generosa ideia europeia (que ultimamente tem gaguejado), pois o idioma em vigor em cada grupo de estações de trabalho era assinalado por uma bandeira.
O que mais me impressionou foi saber que era inferior a mil euros o salário médio daquelas pessoas, fluentes em pelo menos uma língua estrangeira e altamente treinadas - os que atendem as chamadas para a linha verde de um banco são frequentemente chamados para dar formação ao pessoal dos balcões.
Uma questão ficou a bailar na minha cabeça enquanto esperava pelo eléctrico na 24 de Julho. Por que raio é que os largos milhares de operadores dos call center, que ganham pouco e trabalham muito em condições bem longe das ideais, ainda não constituíram um sindicato?
Não precisei de chegar ao Cais do Sodré para resolver esta intriga e achar a resposta certa a esta questão pertinente. Os operadores de call center não fundaram um sindicato pela mesma razão que nenhum esquimó compra um frigorífico ou um guineense pede ao Pai Natal um aquecedor - porque não precisam de um sindicato para nada.
A ideia de criar um sindicato também não atravessou a cabeça de gente com novas profissões, como webdesigners, djs, trabalhadores de help desk, personal trainers ou mesmo celebridades, sejam elas mais ou menos duráveis, como a Cinha ou a Cláudia Jacques, ou instantâneas e voláteis, como o Zé Maria, do primeiro Big Brother, a Cátia, da Casa dos Segredos, ou o falso Estripador de Lisboa, da dupla Felícia/Sol.
E se nos dermos ao trabalho de pesquisar nas estatísticas, confirmamos que este alheamento também se apoderou das profissões tradicionais. Um estudo do ISCTE garante que 2/3 dos trabalhadores portugueses não estão sindicalizados - e que quatro em cada cinco nunca fizeram greve.
A situação não está a melhorar. Na última década, a taxa de novos sindicalizados na CGTP caiu mais de 40%. E, de acordo com a OCDE, a percentagem de sindicalizados sobre o total da nossa mão-de-obra recua todos os anos 2,3%.
O problema não é dos trabalhadores. O mundo virou do avesso desde que os sindicatos foram inventados para proteger a classe operária dos excessos da exploração patronal, filha da Revolução Industrial.
O mundo mudou, mas os sindicatos não. Continuam a usar a mesma linguagem, discurso, atitude e formas de luta que eram boas no séc. XIX quando era mal-educado andar na rua com a cabeça descoberta (e ainda não tinham sido inventados o automóvel, a televisão e as férias pagas), mas que no séc. XXI apenas conseguem mobilizar os funcionários públicos.
Jorge Fiel
Nota de trpalio: se são tão inofensivos porquê tanta conversa e preocupação? Ou melhor fixação! Não gostam dos que existem actualmente? deem se ao trabalho de fazer outros... vá lá!
Cheirava a trabalho naquela sala espaçosa, que tresandava à generosa ideia europeia (que ultimamente tem gaguejado), pois o idioma em vigor em cada grupo de estações de trabalho era assinalado por uma bandeira.
O que mais me impressionou foi saber que era inferior a mil euros o salário médio daquelas pessoas, fluentes em pelo menos uma língua estrangeira e altamente treinadas - os que atendem as chamadas para a linha verde de um banco são frequentemente chamados para dar formação ao pessoal dos balcões.
Uma questão ficou a bailar na minha cabeça enquanto esperava pelo eléctrico na 24 de Julho. Por que raio é que os largos milhares de operadores dos call center, que ganham pouco e trabalham muito em condições bem longe das ideais, ainda não constituíram um sindicato?
Não precisei de chegar ao Cais do Sodré para resolver esta intriga e achar a resposta certa a esta questão pertinente. Os operadores de call center não fundaram um sindicato pela mesma razão que nenhum esquimó compra um frigorífico ou um guineense pede ao Pai Natal um aquecedor - porque não precisam de um sindicato para nada.
A ideia de criar um sindicato também não atravessou a cabeça de gente com novas profissões, como webdesigners, djs, trabalhadores de help desk, personal trainers ou mesmo celebridades, sejam elas mais ou menos duráveis, como a Cinha ou a Cláudia Jacques, ou instantâneas e voláteis, como o Zé Maria, do primeiro Big Brother, a Cátia, da Casa dos Segredos, ou o falso Estripador de Lisboa, da dupla Felícia/Sol.
E se nos dermos ao trabalho de pesquisar nas estatísticas, confirmamos que este alheamento também se apoderou das profissões tradicionais. Um estudo do ISCTE garante que 2/3 dos trabalhadores portugueses não estão sindicalizados - e que quatro em cada cinco nunca fizeram greve.
A situação não está a melhorar. Na última década, a taxa de novos sindicalizados na CGTP caiu mais de 40%. E, de acordo com a OCDE, a percentagem de sindicalizados sobre o total da nossa mão-de-obra recua todos os anos 2,3%.
O problema não é dos trabalhadores. O mundo virou do avesso desde que os sindicatos foram inventados para proteger a classe operária dos excessos da exploração patronal, filha da Revolução Industrial.
O mundo mudou, mas os sindicatos não. Continuam a usar a mesma linguagem, discurso, atitude e formas de luta que eram boas no séc. XIX quando era mal-educado andar na rua com a cabeça descoberta (e ainda não tinham sido inventados o automóvel, a televisão e as férias pagas), mas que no séc. XXI apenas conseguem mobilizar os funcionários públicos.
Jorge Fiel
Nota de trpalio: se são tão inofensivos porquê tanta conversa e preocupação? Ou melhor fixação! Não gostam dos que existem actualmente? deem se ao trabalho de fazer outros... vá lá!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
As pessoas umas contras as outras... exactamente o que o Governo quer!
O funcionário da empresa que gere e explora a Via Infante de Sagres (A22) deslocou-se ao local dos pórticos que começaram a arder esta noite, ao quilómetro 43, no sentido Algoz-Guia (Albufeira), e foi atingido "por um tiro de caçadeira", especificou a fonte da GNR.
Os pórticos de cobrança de portagens na Via do Infante (A22), no sentido Algoz-Guia, começaram a arder esta noite.
Alertado às 20:09, o Comando Distrital de Operações de Socorros enviou para o local do incidente seis elementos e uma viatura.
Na madrugada de segunda-feira um outro pórtico de cobrança de portagens na A22, junto ao nó de Boliqueime, foi baleado e uma estrutura de apoio com meios informáticos incendiada.
O incidente ocorreu cerca das 02:40, quando várias câmaras de leitura instaladas no pórtico foram destruídas com recurso a arma de fogo, adiantou a mesma fonte, que disse desconhecer se os pórticos ficaram inutilizados e qual a dimensão dos estragos na estrutura de apoio.
Nota de tripalio: é isto o que o Governo quer. Conflitos entre utentes e trabalhadores, sejam nas Ex scuts seja nos serviços públicos. Que os pobres se agridam uns aos outros é que eles querem . é melhor esta malta das caçadeiras guardar a caçadeira em casa bem guardada pois alguém se vai aleijar... e depois lá vem a repressão em cima dos suspeitos do costume´. Saiam à rua em massa, evitem votar na merda habiual de psd, ps e cds e exijam a mudança. Ela vai ter de suceder, mas ao tiro não me parece!
Os pórticos de cobrança de portagens na Via do Infante (A22), no sentido Algoz-Guia, começaram a arder esta noite.
Alertado às 20:09, o Comando Distrital de Operações de Socorros enviou para o local do incidente seis elementos e uma viatura.
Na madrugada de segunda-feira um outro pórtico de cobrança de portagens na A22, junto ao nó de Boliqueime, foi baleado e uma estrutura de apoio com meios informáticos incendiada.
O incidente ocorreu cerca das 02:40, quando várias câmaras de leitura instaladas no pórtico foram destruídas com recurso a arma de fogo, adiantou a mesma fonte, que disse desconhecer se os pórticos ficaram inutilizados e qual a dimensão dos estragos na estrutura de apoio.
Nota de tripalio: é isto o que o Governo quer. Conflitos entre utentes e trabalhadores, sejam nas Ex scuts seja nos serviços públicos. Que os pobres se agridam uns aos outros é que eles querem . é melhor esta malta das caçadeiras guardar a caçadeira em casa bem guardada pois alguém se vai aleijar... e depois lá vem a repressão em cima dos suspeitos do costume´. Saiam à rua em massa, evitem votar na merda habiual de psd, ps e cds e exijam a mudança. Ela vai ter de suceder, mas ao tiro não me parece!
Plano DOM- foi bonito, mas acabou...
» CNIS
Plano DOM juntou mais de 50 Instituições aderentesA sessão foi intensamente participada e as diferentes intervenções foram um valioso contributo, quer para o esclarecimento de algumas questões, quer na procura de soluções para os pontos críticos sentidos pela maioria das IPSS que já aderiram ao Plano DOM, nomeadamente:
- Não consideração das Instituições como parceiros de facto;
- Gestão centralizada das vagas;
- Secundarização das Instituições na revisão das medidas de Promoção e protecção;
- Ignorância das especificidades de cada instituição, dos seus modelos educativos e regulamentos;
- Fragilidade do enquadramento das crianças e jovens nas Famílias de Acolhimento;
- Ausência de condições reais para a autonomização, apoiada dos jovens;
- Avaliação
- Desconhecimento sobre as condições de revisão e/ou continuidade dos Protocolos.
Das Conclusões destaca-se:
-O Plano DOM é uma mais-valia assumida por todos, sendo um óptimo instrumento para a qualificação da valência Lar de Crianças e Jovens;
- Necessidade da revisão e regulamentação da Lei nº 147/99, e de todo o sistema de acolhimento que promova a vivência da cultura dos direitos das crianças e jovens;
- Não compete às IPSS serem casas de correcção. É de reivindicar o que é a competência, autonomia, património e espaço nesta Sociedade, privilegiando as crianças;
- Há que continuar a reflectir, mas com esta coragem: Que futuro para as nossas Instituições de Acolhimento?
- Há que assumir a vocação e história (ou ter-se-á de fazer alguma inversão?)
A sessão foi encerrada pelo presidente da CNIS, Pe. Lino Maia que agradeceu a participação e empenho de todos.
Nota de tripalio:Assim começou o Plano que agora vai acabando... para quem não sabe o plano consistia no envio de trabalhadores técnicos como educadores, assistentes sociais, psicólogos, pagos pelo Ministério do Trabalho ( na altura) e da Segurança Social para IPSS com falta destes técnicos... Agora da segunda leva de 258 , já foram despedidos mais de 140...As Ipss não têm ( é verdade) em muitos casos, capacidade de contratar estes trabalhadores. o governo prolongou o Plano até Junho até lá vai o resto. Resultado há IPSS que começam a ter só pessoal auxiliar sem enquadramento técnico. Isto vai avançar... cruzemos isto com a ideia de por pessoal a trabalhar voluntariamente nas IPSS ( a troco de comida, se calhar) e o cenário tá montado. e não é bonito de ver!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
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