O Tribunal decidiu, com as suas tangas políticas e voltas manhosas sobre o corte salarial e outras matérias... mas de facto sobre o complemento de pensões dos trabalhadores das empresas públicas foi uma decisão monstruosa:
Disseram a esses trabalhadores: refomem se, que nós , empresa pública, pagamos um complemento de reforma, que ficará em Lei e nos AEs. De seguida o Governo corta esses complementos por via de uma Lei (OE)... e o TC aceita. É vergonhoso e vai condenar muitas pessoas à miséria.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Seguro, Costa; Seguro, Costa, Seguro, Costa, Seguro, Costa, ou a never ending story da treta
Já enjoa tanto Seguro e Costa na Comunicação Social. A questão central é: qual a diferença , isto para
terça-feira, 27 de maio de 2014
Europeias 2014: o fim da União Europeia... está mesmo em marcha!
Com o caminho acelerado dos partidos fascistas, com o discurso do proteccionismo, contra os emigrantes, isto vai criar um balanço brutal e caminhar rapidamente para o fim da Uniao europeia. A França com Le Pen a ameaçar sair da UE, Inglaterra com o Partido da Independencia com a mesma ameaça, são de facto os ingredientes para o fim da União Europeia. Desta vez isto já não é brincar, já é mesmo sério :é o resultado das politicas de austeridade dos Centrões da europa. dos "socialistas" e da social democracia europeia e da direita tradicional e selvagem. Foram eles que criaram este monstro: agora agarrem no! Ele vai imparável...Mais uma vez podemos agradecer esta miséria advinhável à Alemanha e Fuher Merkel.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Eis um Governo, que governa acima das suas possibilidades...e uma Europa que caminha para o fascismo
De facto o Centrão encolheu com estas Eleições. E os habituais votantes PS , PSD ficaram em casa zangados com o mundo ( que não compreendem) e não foram votar. Como tal cresceu populismo do nosso Pepe Marinho Pinto, e cresceu a CDU com calma , com esclarecimento e serenidade.
De facto o que sucerá aos abstencionistas? Ficarão sempre assim ou vão para algum outro partido-novidade que surja? O centrão PSD, CDS e PS vai ter problemas sérios...Só fazendo uns truques de trocas de líderes poderão reabilitar os viciados no voto no Centrão...De resto a austeridade encarregar-se-á de fazer mudanças, pois nada mudará com esta tutela da europa. Uma Europa que desliza para o fascismo com o voto do povo...
De facto o que sucerá aos abstencionistas? Ficarão sempre assim ou vão para algum outro partido-novidade que surja? O centrão PSD, CDS e PS vai ter problemas sérios...Só fazendo uns truques de trocas de líderes poderão reabilitar os viciados no voto no Centrão...De resto a austeridade encarregar-se-á de fazer mudanças, pois nada mudará com esta tutela da europa. Uma Europa que desliza para o fascismo com o voto do povo...
sexta-feira, 23 de maio de 2014
521 mil desempregados fora da contabilização do INE
Portugal tinha no primeiro trimestre deste ano cerca de 521 mil pessoas sem emprego que não estavam contabilizadas como desempregados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), contabiliza o economista Eugénio, Rosa, do centro de estudos da CGTP, num documento enviado hoje aos jornalistas sobre a situação dos trabalhadores após o memorando de entendimento.
O INE considera que desempregado é alguém que não tem emprego e que fez esforços para conseguir um posto de trabalho (responde a anúncios, por exemplo). Mas o investigador somou a população no subemprego - pessoas apenas com ‘biscates’ que não conseguem emprego a tempo inteiro – e os inactivos que já não procuram emprego e chegou à conclusão que houve uma subida das pessoas desempregadas fora dos registos oficiais, nos últimos anos. No início de 2007, antes da crise, havia 135 mil pessoas nestas condições, face às 521 mil actuais.
No campo laboral, o economista alerta ainda que o desemprego só não cresceu mais em Portugal porque a população activa diminuiu. E mostra-se pouco optimista quanto a uma recuperação. “Para que a taxa de desemprego diminua de uma forma sustentada em Portugal é necessário que o PIB cresça, pelo menos, 2,7% por ano”, sustenta o investigador, baseado na chamada Lei Okun, que relaciona o desempenho da economia com a do desemprego. Tendo por base este princípio, o desemprego elevado continuará por mais anos, já que as próprias previsões do Governo indicam que no período 2014-2018 crescimento anual máximo será de 1,8%
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