sábado, 11 de outubro de 2014
Novo Banco : Brasil , Russia , India e Africa do Sul e China criam Banco BRICS
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Ministro(as)s de Educação e da Justiça: se já pediram desculpa, o que é querem mais??
Meus senhores, escolas e tribunais estão no caos, mas meus senhores, os senhores ministros já pediram desculpa, não os perturbem mais , por favor...deixem o caos continuar.

sábado, 4 de outubro de 2014
Apatia . estado "zombie" , falta de esperança, o estado a que o povo português foi conduzido pelo Governo PSD/CDS....
As duas faces da moda de como se pode destruir a Administração Pública e conduzi la ao estado zero, são estas o Ministro Crato e Paula Teixeira da Cruz. Quanto tempo conseguirão ficar com os seus lugares, enquanto o desastre continua??. Escolas sem professores, com professor colocados e posteriormente retirados ( levando a situações de desespero), inexistência de auxiliares e pessoal não docente, enfim um desastre total. Milhares de profs desempregados, milhares de alunos sem prof...
Na Justiça, o Governo que tanto se queixava de Greves, vai ter um sector sem trabalhar durante meses, tudo paralisado , sem saber quando e se se vão recuperar 3 milhões e meio de processos...Só neste país europeu, podiam ficar estas figuras sentadas na cadeira ministerial, noutro país com resquícios de democracia já tinham saído pelo seu pé. Cheira a fim de Governo, mas não de fim de ciclo, pois o ciclo do caos vai continuar.
Ao fundo na imagem o Ministro da Saúde, o único ainda elogiado pela corja de comentadores do sistema. quem trabalha na saúde sabe o desastre em que se encontra também...
Ao fundo na imagem o Ministro da Saúde, o único ainda elogiado pela corja de comentadores do sistema. quem trabalha na saúde sabe o desastre em que se encontra também...
As grandes vitórias do Governo? Ter conseguido tornar este povo , num povo sem esperança alguma, num povo zombie... esse é o legado de Passos/Portas, o legado de PSD/CDS.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Amas: Associação alerta para incentivo à precariedade com nova lei.
A Associação dos Profissionais no Regime de Amas considera que a proposta do Governo para regular a atividade de ama vai «descartar as profissionais» que trabalham diretamente para a Segurança Social e criar um «regime de precariedade absoluta».
A proposta de lei do Governo, que vai ser discutida quinta-feira no Parlamento, define «os termos e as condições para o acesso e exercício da atividade de ama».
Quando a proposta foi aprovada em Conselho de Ministro, no passado dia 18, o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social explicou que iria ser criada «uma nova profissão», que «deixa de estar obrigatoriamente abrangida pelo regime de Segurança Social dos Trabalhadores Independentes», mas mantém a obrigatoriedade da autorização do Instituto da Segurança Social(ISS) poder ser exercida.
«Esta legislação é um passo em frente na profissionalização das amas e no enquadramento desta nova profissão», adiantou o ministério, em comunicado.
Para a associação das Amas (APRA), esta proposta é «muito grave e uma verdadeira afronta» porque põe em causa os direitos das profissionais e das crianças, impõe «a obrigatoriedade dos falsos recibos verdes e desvincula da Segurança Social as amas de creche familiar».
«O ministério pretende passar as amas para um regime de precariedade absoluta e descartar as profissionais que trabalham diretamente para a Segurança Social, o que irá prejudicar o apoio que é prestado a crianças de famílias com baixos rendimentos», sustenta em comunicado.
Num parecer sobre a nova legislação, a APRA recorda que «desde 1984 as amas têm formalmente trabalhado para o ISS através de falsos recibos verdes, como se de prestadoras de serviços se tratassem, o que não corresponde à realidade nem nunca correspondeu».
Justifica ainda que «todas as condições de acesso, permanência e cessação» foram até agora definidas pela Segurança Social, que o horário, local de trabalho e retribuição tem sido «fixado unilateralmente pelo ISS e que, mesmo quando apresentam justificação de faltas perdem sempre retribuição».
Sublinha ainda que o desenvolvimento do trabalho das amas «é feito de acordo com directivas claras e específicas» do ISS, «que fiscaliza o seu cumprimento, com total subordinação jurídica», e que até os equipamentos e instrumentos de trabalho são definidos pela Segurança Social.
No comunicado divulgado esta terça-feira, a associação diz que a situação, neste momento, «é muito grave», devido à «rotura do serviço de amas», que está a deixar sem apoio muitas crianças em todo o país.
Segundo a associação, os serviços dos centros distritais de várias zonas do país responsáveis pela inscrição das crianças não o fazem, alegando que as amas não têm vagas.
Para a associação, as amas que trabalham há décadas para o Instituto da Segurança Social foram «tratadas como descartáveis, o que é inaceitável e será um drama para centenas de profissionais».
A proposta de lei do Governo, que vai ser discutida quinta-feira no Parlamento, define «os termos e as condições para o acesso e exercício da atividade de ama».
Quando a proposta foi aprovada em Conselho de Ministro, no passado dia 18, o Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social explicou que iria ser criada «uma nova profissão», que «deixa de estar obrigatoriamente abrangida pelo regime de Segurança Social dos Trabalhadores Independentes», mas mantém a obrigatoriedade da autorização do Instituto da Segurança Social(ISS) poder ser exercida.
«Esta legislação é um passo em frente na profissionalização das amas e no enquadramento desta nova profissão», adiantou o ministério, em comunicado.
Para a associação das Amas (APRA), esta proposta é «muito grave e uma verdadeira afronta» porque põe em causa os direitos das profissionais e das crianças, impõe «a obrigatoriedade dos falsos recibos verdes e desvincula da Segurança Social as amas de creche familiar».
«O ministério pretende passar as amas para um regime de precariedade absoluta e descartar as profissionais que trabalham diretamente para a Segurança Social, o que irá prejudicar o apoio que é prestado a crianças de famílias com baixos rendimentos», sustenta em comunicado.
Num parecer sobre a nova legislação, a APRA recorda que «desde 1984 as amas têm formalmente trabalhado para o ISS através de falsos recibos verdes, como se de prestadoras de serviços se tratassem, o que não corresponde à realidade nem nunca correspondeu».
Justifica ainda que «todas as condições de acesso, permanência e cessação» foram até agora definidas pela Segurança Social, que o horário, local de trabalho e retribuição tem sido «fixado unilateralmente pelo ISS e que, mesmo quando apresentam justificação de faltas perdem sempre retribuição».
Sublinha ainda que o desenvolvimento do trabalho das amas «é feito de acordo com directivas claras e específicas» do ISS, «que fiscaliza o seu cumprimento, com total subordinação jurídica», e que até os equipamentos e instrumentos de trabalho são definidos pela Segurança Social.
No comunicado divulgado esta terça-feira, a associação diz que a situação, neste momento, «é muito grave», devido à «rotura do serviço de amas», que está a deixar sem apoio muitas crianças em todo o país.
Segundo a associação, os serviços dos centros distritais de várias zonas do país responsáveis pela inscrição das crianças não o fazem, alegando que as amas não têm vagas.
Para a associação, as amas que trabalham há décadas para o Instituto da Segurança Social foram «tratadas como descartáveis, o que é inaceitável e será um drama para centenas de profissionais».
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