sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Governo aprova critérios para despedir no privado...ou mais uma lei para o TC...
1 - Avaliação de desempenhoEste é o primeiro e mais importante critério a considerar pelas empresas. De uma forma geral, os juristas contactados pelo Dinheiro Vivo consideram que faz sentido ter em conta a avaliação de desempenho dos trabalhadores quando está em causa escolher quem fica e quem sai. No entanto, a UGT denuncia que mais de 90% das empresas não utiliza esta ferramenta nas suas empresas. Na densificação que tentou fazer, o Executivo estabeleceu que esta avaliação será o fator fundamental para a saída de uma empresa, mas assume que os trabalhadores terão de conhecer previamente os parâmetros em que a avaliação vai acontecer.
2 - Habilitações académicasA regra é clara: sempre que um trabalhador tiver passado no primeiro critério e tiver menos qualificações do que outro na mesma situação é candidato a sair da empresa. Este critério torna-se o primeiro e mais importante quando o empregador não efectuar uma avaliação de desempenho aos seus funcionários.
3 - Custo do trabalhadorNa hora de despedir, a empresa pode justificar a sua escolha com base naquilo que paga ao trabalhador, um critério que os parceiros sociais julgam ser arbitrário por ser a própria empresa a fixar as remunerações aplicadas
4 - Experiência na função
O tempo a que se exerce a mesma função vai contribuir para desempatar trabalhadores no momento de saída de uma dada empresa. Serão beneficiados os que têm mais experiência na função que desempenham.
5- Antiguidade na empresaDepois da decisão do Tribunal Constitucional, a antiguidade voltou a ser o critério relevante na escolha do trabalhador a despedir em caso de extinção de posto de trabalho, como tinha sido até ao acordo de concertação social. Agora passa para quinto lugar e perde importância face à regra em vigor. Sairá por este critério o trabalhador que tiver, por comparação direta com outro, menos tempo de empresa, caso todos os outros falhem.
O que ficou para trásO quinto critério que comparava, nas duas propostas iniciais do governo, a situação familiar dos trabalhadores acabou por não ser incluída na última proposta aprovada em Conselho de Ministros. A ideia inicial era a de proteger (em última instância e quando todos os outros falhassem) trabalhadores com situações mais precárias.

Nota de tripalio: o que o Governo deixou para trás é mais importante...
2 - Habilitações académicasA regra é clara: sempre que um trabalhador tiver passado no primeiro critério e tiver menos qualificações do que outro na mesma situação é candidato a sair da empresa. Este critério torna-se o primeiro e mais importante quando o empregador não efectuar uma avaliação de desempenho aos seus funcionários.
3 - Custo do trabalhadorNa hora de despedir, a empresa pode justificar a sua escolha com base naquilo que paga ao trabalhador, um critério que os parceiros sociais julgam ser arbitrário por ser a própria empresa a fixar as remunerações aplicadas
4 - Experiência na função
O tempo a que se exerce a mesma função vai contribuir para desempatar trabalhadores no momento de saída de uma dada empresa. Serão beneficiados os que têm mais experiência na função que desempenham.
5- Antiguidade na empresaDepois da decisão do Tribunal Constitucional, a antiguidade voltou a ser o critério relevante na escolha do trabalhador a despedir em caso de extinção de posto de trabalho, como tinha sido até ao acordo de concertação social. Agora passa para quinto lugar e perde importância face à regra em vigor. Sairá por este critério o trabalhador que tiver, por comparação direta com outro, menos tempo de empresa, caso todos os outros falhem.
O que ficou para trásO quinto critério que comparava, nas duas propostas iniciais do governo, a situação familiar dos trabalhadores acabou por não ser incluída na última proposta aprovada em Conselho de Ministros. A ideia inicial era a de proteger (em última instância e quando todos os outros falhassem) trabalhadores com situações mais precárias.
Nota de tripalio: o que o Governo deixou para trás é mais importante...
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
João Rendeiro é defendido por José Miguel júdice... será preciso dizer mais?
Olha quem te defende dir-te-ei quem és. João Rendeiro, o Banqueiro de Sucesso ( lembram-se do livro), trafulhento, ladrão, é defendido por José Miguel Júdice, pois os amigos do dinheiro são mesmo para as ocasiões. A nata da banca é defendida pela nata da sacanice a nível dos advogados. Complementam-se e se calhar safam-se!
Isaltino Morais , o novo presidente da Fundação Marquês de Pombal, quando sair da prisão...
Isaltino preside à Fundação Marquês de Pombal quando sair da prisão
E o povo apoia e gosta de ser roubado!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
João Ferreira diz que existir "iconpatibilidade radical" entre a permanência no euro e um projecto democrático para Portugal...
Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, dera o mote uns minutos antes para atacar o projecto europeu, “a UE cor-de-rosa à beira de eleições para o seu parlamento”. Sem ilusões, disse o líder comunista, é uma União de “políticas e políticos siameses, dos senhores Dupond & Dupont”. Mas foi o protagonista da noite, João Ferreira, quem concretizou a dureza dos ataques. Se a saída do euro não nos leva já “ao ponto de partida” e muito menos ao ponto onde estaríamos se nunca tivéssemos dado esse passo, temos de prepará-la.
Um ajuste de contas com a adesão de Portugal à União Europeia (UE) e à moeda única. Foi assim que foi apresentada esta segunda-feira a candidatura da CDU às eleições europeias, marcadas para 25 de Maio, e protagonizada pelo actual eurodeputado João Ferreira.
No salão Europa do Hotel Altis, habitual quartel-general dos socialistas para semelhantes ocasiões, o cabeça de lista comunista, que é também vereador na câmara municipal de Lisboa, denunciou a “incompatibilidade radical” entre a permanência de Portugal no euro e um projecto de desenvolvimento democrático, nomeadamente, fundamentado na Constituição.
Resumindo, foi tudo um erro. A adesão de Portugal à UE e, mais tarde, ao euro. Um processo que foi “injusto e desigual”, que configurou “uma década perdida” cheia de promessas de crescimento e emprego nunca cumpridas. As políticas em nome de um futuro promissor que nunca chegou. “Quem não se lembra da justificação para os sacrifícios então já impostos em nome da entrada no euro? Lembram-se do pelotão da frente?”, questionou o eurodeputado comunista a uma sala cheia. Na plateia estavam todos os deputados do partido, Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, ou Bernardino Soares, actual presidente da autarquia de Loures.“É hoje evidente que a integração de Portugal na União Económica e Monetária e a adesão ao euro foram decisões erradas, com consequências devastadoras para o nosso país. Como é evidente que o futuro do país é inviável dentro do euro”, disse. Fazendo, em paralelo, o diagnóstico de que o país deve agora preparar a sua saída. Porque pode suceder uma “reconfiguração” da própria zona euro ou “por decisão e interesse próprios”.
O candidato da coligação defendia assim que o país deve preparar um "conjunto amplo de medidas" que incluam a renegociação da dívida, o aumento da produção nacional e a recuperação para a alçada do sector público de sectores-chave para a economia. Além da reposição dos salários e das pensões.
O partido tem dois deputados em Bruxelas,. Esta segunda-feira João Ferreira pediu reforços para a CDU, “a mais sólida garantia de rejeição deste caminho e de afirmação de um rumo alternativo”. Fê-lo também Heloísa Apolónia, a deputada do PEV, que elogiou a candidatura como a única que parte para estas eleições sem “gaguejar”. Porque a CDU, disse também, foi única força política que alertou para o facto de este modelo europeu não ser o “paraíso” anunciado pelo PS, PDS e CDS. Os três, acrescentou, devem ser penalizados com “um recado sério” nas eleições de Maio
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