Há duas formas de resolver a precariedade: ou ficam efectivos ...ou são despedidos. O Governo PS/Costa quer fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Veremos se não despede mais do que os que integra.
O sr Ministro Vieira da Silva, essa luminária já disse: Meus amigos , quem não entregou o requerimento pode ir embora no fim do contrato. O problema é que foram muitos milhares que não entregaram requerimentos... Cheira me a borrasca e da grossa...
quarta-feira, 5 de julho de 2017
Início dos tempos dificeis para o Governo PS/ Costa e:::
Com a tragédia de Pedrogão e o cenário dos Paióis assaltados começou o caminho descendente do Governo PS /Costa. até17 d junho era sempre a subir ( sem fazer grande coisa para isso, bastava não ser tão mau quanto o Governo PSD/CDS) e agora vai ser a descer.
Quando os muitos milhões colocados numa PPP , como é o caso do SIRESP, de pouco servem e falham estrondosamente, quando os paióis são guardados de 20 em 20 horas por militares com armas descarregadas , o verdadeiro filme do Estado está relatado.
Desorganização, falta de ,meios, rendas em PPPs que se revelam inúteis. Costa está de férias , quando voltar vai sentir um país diferente com ais animosidade para com o Governo.
Falta ainda a outra bomba: afinal a integração dos precários da AP vai servir é para despedir . O sr Ministro vieira da Silva disse: quem não entregou o requerimento é despedido, como milhares não entregaram. Até nisto o Governo PS/ Costa , revela ao que vem: Continuar a destruição do Estado , peça por peça...mas neste caso com muito cinismo.
anda tudo muito calado, quando começarem a falar começarão todos a gritar ao mesmo tempo...
Acabou a pasmaceira, e é bom que PCP e BE comecem a abrir as goelas e a falar mais claro ou são engolidos na onda da contestação também...

Quando os muitos milhões colocados numa PPP , como é o caso do SIRESP, de pouco servem e falham estrondosamente, quando os paióis são guardados de 20 em 20 horas por militares com armas descarregadas , o verdadeiro filme do Estado está relatado.
Desorganização, falta de ,meios, rendas em PPPs que se revelam inúteis. Costa está de férias , quando voltar vai sentir um país diferente com ais animosidade para com o Governo.
Falta ainda a outra bomba: afinal a integração dos precários da AP vai servir é para despedir . O sr Ministro vieira da Silva disse: quem não entregou o requerimento é despedido, como milhares não entregaram. Até nisto o Governo PS/ Costa , revela ao que vem: Continuar a destruição do Estado , peça por peça...mas neste caso com muito cinismo.
anda tudo muito calado, quando começarem a falar começarão todos a gritar ao mesmo tempo...
Acabou a pasmaceira, e é bom que PCP e BE comecem a abrir as goelas e a falar mais claro ou são engolidos na onda da contestação também...

quarta-feira, 3 de maio de 2017
PREPAP- Venha ao tribunal da precariedade e jogue o jogo da efetividade
O governo diz querer combater a precariedade, mas pouco... Nas Escolas os contratados à hora duplicaram ...Nas Autarquias e outros serviços públicos são muitos os desempregados em funções no Estado ( os CEI). Agora criou este tribunal da Precariedade , em que o Governo e Sindicatos ( de forma desigual) vão esgrimir em muitas mesas quem é quem um verdadeiro precário. De fora vão ficar muitos precários- bolseiros, ousorcings, contratdos à hora. Este PREPAV vai também servir para despedir gente, ou pelo menos para não integrar.
Virão as vozes amigas do Governo dizer: bem mas ao menos estes tratam dos precários e falam deles, bla, bla... é verdade , mas empatam muito e são muito enganadores. Está criada uma grande expectativa, veremos se não sairá uma grande desilusão. Por agora é tempo dos trabalhadores precários lutarem e denunciarem casos em que são despedidos , apesar do Governo dizer querer combater a precariedade...Talvez seja essa outra forma de combate.
Virão as vozes amigas do Governo dizer: bem mas ao menos estes tratam dos precários e falam deles, bla, bla... é verdade , mas empatam muito e são muito enganadores. Está criada uma grande expectativa, veremos se não sairá uma grande desilusão. Por agora é tempo dos trabalhadores precários lutarem e denunciarem casos em que são despedidos , apesar do Governo dizer querer combater a precariedade...Talvez seja essa outra forma de combate.
sábado, 1 de abril de 2017
Montepio: Mais uma Assembleia Geral, mais uma vitória!
Depois da Assembleia Geral do Montepio de Quinta feira, ouvi Tomás Correia falar em grande vitória, que está tudo bem , etc, bla, bla. na maioria das assembleias Gerais são trabalhadores do próprio Montepio ( chefias) , que durante assembleias a fio defendiam que não se podia falar do problema pois isso ia piorar a situação . não vale abafar. O presidente Tomás Correia é já hoje arguido num processo! Tapar o quê? os que alertaram do desastre da operação Finibanco eram os mauzões...Ou muito me engano ou há muito lixo debaixo do tapete-
Enfim é o típico discurso de fim de festa. O Montepio vai precisar de uma mãozinha da Santa Casa de Lisboa, para injectar lá dinheiro e fazer o tal banco solidário, o banco das IPSS falidas e Misericódias...De outra forma a coisa vai cair.
O que muitos não sabem é que têm as suas poupanças não no Banco ( Caixa Económica) mas sim na Mutualista e é exactamente esta situação que pode dar raia e da grossa. O dinheiro colocado na mutualidade tem que garantias? O dinheiro colocado na Caixa Económica tem garantia até 100 mil euros, em caso de implosão banco e o dinheiro colocado na mutualidade tem que garantias?
Novo Banco vendido aos abutres... que não podem vender até 3 anos...
O Novo Banco foi vendido, vendido aos abutres financeiros que o vão estraçalhar... dentro de três anos. Ora por três anos a Lone Star não pode vender o banco aos bocados. Depois desse período banco é vendido aos bocados. Como sempre o os contribuintes são chamados a contribuir, pois a Banca ameaça não pagar ao fundo de resolução. Adeus Novo Banco, só duras mais uns anitos...
sábado, 18 de fevereiro de 2017
CETA, o TTIP disfarcado, ou a forma de rebaixar a demovracia e os Estados de direito!
Em defesa dos interesses do Povo Português e de Portugal o PCP rejeita o CETA no Parlamento Europeu

Foi hoje aprovada no Parlamento Europeu a celebração do Acordo Económico e Comercial Global (CETA), entre a União Europeia e o Canadá, com os votos a favor dos deputados portugueses do PS, PSD, CDS-PP e MPT. Os deputados do PCP ao Parlamento Europeu votaram contra o CETA, por este ser um acordo profundamente lesivo dos interesses de Portugal.
As negociações entre a UE e o Canadá para firmar o CETA iniciaram-se em 2009 e foram marcadas por um profundo défice democrático. Numa primeira fase, a UE preparava-se para fazer entrar em vigor este acordo, na sequência de negociações opacas, de forma sub-reptícia, por via de um processo de ratificação que constituiria um desrespeito pela democracia e pela soberania dos Estados.
Após a forte expressão da rejeição deste acordo por parte de largos sectores da opinião em vários países, a UE viu-se obrigada a considerar o CETA como um acordo de natureza «mista», tendo em conta que vai muito além de uma simples pauta aduaneira, implicando por isso a sua ratificação por parte de cada um dos Estados membros, nomeadamente pelos seus parlamentos nacionais.
A Comissão Europeia pretende agora que o acordo entre em vigor de forma parcial e provisória, ou seja, sem a ratificação dos parlamentos nacionais. Alega a Comissão Europeia que só entra em vigor a parte que corresponde às denominadas «competências exclusivas» da UE e não a parte das «competências partilhadas» com os Estados. O PCP rejeita categoricamente tal propósito, na medida em que tal constituiria mais um inaceitável desrespeito pela soberania dos Estados.
A pretensão de fazer entrar em vigor o CETA, mesmo antes da sua obrigatória ratificação pelos 28 Estados-membros da UE, é uma expressão da natureza antidemocrática da UE.
O CETA tem como principal objectivo avançar ainda mais na liberalização do comércio e serviços, tentando eliminar quaisquer barreiras ao domínio das grandes multinacionais sobre as economias de Estados soberanos. O CETA é um instrumento para rebaixar os direitos sociais, laborais, ambientais e de saúde pública, para colocar os interesses das multinacionais acima dos direitos e interesses dos povos e das constituições e soberania dos Estados, representando mais um passo na escalada de liberalização do comércio mundial – com graves consequências para Portugal.
O CETA é na verdade, um TTIP disfarçado, porque cerca de 24 mil empresas dos EUA operam no Canadá. 81 por cento das companhias canadianas estão ligadas, como subsidiárias, a empresas dos EUA, e perante o impasse em torno do TTIP, o CETA será a sua porta de entrada na UE.
O PCP continuará a desenvolver a sua intervenção contra este acordo, seja no Parlamento Europeu, seja no plano nacional, e nomeadamente na Assembleia da República, onde já apresentou diversas iniciativas no sentido da rejeição deste acordo que é prejudicial para os interesses do País.
O PCP rejeita os tratados de liberalização do comércio e serviços ditados pelas transnacionais defende acordos de cooperação mutuamente vantajosos, que salvaguardem a soberania nacional, que defendam e promovam os direitos democráticos, sociais, laborais, ambientais e de saúde pública e que respondam às necessidades e interesses dos povos, nomeadamente os do povo português e de Portugal
As negociações entre a UE e o Canadá para firmar o CETA iniciaram-se em 2009 e foram marcadas por um profundo défice democrático. Numa primeira fase, a UE preparava-se para fazer entrar em vigor este acordo, na sequência de negociações opacas, de forma sub-reptícia, por via de um processo de ratificação que constituiria um desrespeito pela democracia e pela soberania dos Estados.
Após a forte expressão da rejeição deste acordo por parte de largos sectores da opinião em vários países, a UE viu-se obrigada a considerar o CETA como um acordo de natureza «mista», tendo em conta que vai muito além de uma simples pauta aduaneira, implicando por isso a sua ratificação por parte de cada um dos Estados membros, nomeadamente pelos seus parlamentos nacionais.
A Comissão Europeia pretende agora que o acordo entre em vigor de forma parcial e provisória, ou seja, sem a ratificação dos parlamentos nacionais. Alega a Comissão Europeia que só entra em vigor a parte que corresponde às denominadas «competências exclusivas» da UE e não a parte das «competências partilhadas» com os Estados. O PCP rejeita categoricamente tal propósito, na medida em que tal constituiria mais um inaceitável desrespeito pela soberania dos Estados.
A pretensão de fazer entrar em vigor o CETA, mesmo antes da sua obrigatória ratificação pelos 28 Estados-membros da UE, é uma expressão da natureza antidemocrática da UE.
O CETA tem como principal objectivo avançar ainda mais na liberalização do comércio e serviços, tentando eliminar quaisquer barreiras ao domínio das grandes multinacionais sobre as economias de Estados soberanos. O CETA é um instrumento para rebaixar os direitos sociais, laborais, ambientais e de saúde pública, para colocar os interesses das multinacionais acima dos direitos e interesses dos povos e das constituições e soberania dos Estados, representando mais um passo na escalada de liberalização do comércio mundial – com graves consequências para Portugal.
O CETA é na verdade, um TTIP disfarçado, porque cerca de 24 mil empresas dos EUA operam no Canadá. 81 por cento das companhias canadianas estão ligadas, como subsidiárias, a empresas dos EUA, e perante o impasse em torno do TTIP, o CETA será a sua porta de entrada na UE.
O PCP continuará a desenvolver a sua intervenção contra este acordo, seja no Parlamento Europeu, seja no plano nacional, e nomeadamente na Assembleia da República, onde já apresentou diversas iniciativas no sentido da rejeição deste acordo que é prejudicial para os interesses do País.
O PCP rejeita os tratados de liberalização do comércio e serviços ditados pelas transnacionais defende acordos de cooperação mutuamente vantajosos, que salvaguardem a soberania nacional, que defendam e promovam os direitos democráticos, sociais, laborais, ambientais e de saúde pública e que respondam às necessidades e interesses dos povos, nomeadamente os do povo português e de Portugal
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Continuem, João Rodrigues ( do Blog Entre as Brumas da memória)
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Continuem
O bom andamento da economia britânica não está a ser fácil para o Banco de Inglaterra, que tem tido de rever constantemente as suas previsões pessimistas desde meados de 2016. Apostaram num choque que não ocorreu. Embaraçosa, realmente, foi a campanha económica contra a saída da UE à boleia do chamado projecto medo e por isso logo a seguir ao referendo defendi no Negócios que o resultado também assinalava o merecido descrédito público da economia convencional.
O embaraço alarga-se a outros defensores da integração: exibindo os hábitos pós-democráticos do consenso de Bruxelas, um distinto europeísta garantia-nos, quando foi conhecida em Novembro a primeira decisão do tribunal, que a obrigatória votação no parlamento “dificilmente não será contra o Brexit”. Não estava só no revelador desejo. Anteontem, o parlamento reconheceu naturalmente a vontade do soberano. É um bom hábito.
Por falar em bons hábitos, já que cerca 80% dos deputados trabalhistas respeitou o resultado do referendo, talvez esta seja uma boa oportunidade para o partido abandonar o meio da ponte e regressar à posição céptica em relação a uma integração anti-democrática e anti-socialista, que foi maioritariamente a sua até à derrota dos anos oitenta
João rodrigues ( do blog entre as brumas da memória)
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