quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

É Lisboa a namorar. Cuca Roseta


Novo Governo Syriza: Vão os mercados e os austeritários dar a vacina á Grécia?



As primeiras medidas do novo governo grego do Syriza, vão no caminho coerente do que defenderam na campanha eleitoral...e portanto criam pânico e repulsa por parte dos mercados e dos austeritários da Sra Merkel. Os comentadores assustam-se, e assustam os povos de cada país....e cheira me que serão encostados à parede e com força através dos Governos austeritários e dos mercados. A Sra Merkel vai aplicar a vacina para que outros povos não queiram repetir a graça?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Vitória do Syriza na Grécia: quem vai ceder? A Europa austeritária de Maerkel ou o Governo Syriza?


A vitória de Syriza e a sua coligação com o partido de direita dos Gregos Independentes, traz uma questão central: Quem vai ceder? O governo Syriza, cedendo a Merkel e aos robots da austeridade e suas chantagens? Ou A Europa, renegociando a dívida e fazendo mais um perdão da dívida? Uma coisa é certa.A vitória é histórica, mas o que suceder a seguir vai dar gás ou tirar a partidos deste tipo noutros países ( menos em Portugal, os tugas são medrosos e gostam de sofrer).Já há solução de Governo na Grécia

sábado, 24 de janeiro de 2015

Grecia e Syriza: Mudar a Grecia e mudar a Europa? Ou isolar a Grecia?

 
O voto no Syriza pode ter efeito dominó em Espanha ( Portugal é duvidoso), mas apenas se o caiptal não estrafegar logo o governo Syriza assim que este ganhe o poder... Ou seja o capital pode querer dar uma lição aos povos europeus do sul,e em especial ao grego, avisando-os com um recado do género: não copiem o modelo....

A estupidez e cupidez da política Europeia ( postado do blog Entre as Brumas da Memória)

Vale a pena ler este texto de Joseph Stiglitz intitulado "A política da estupidez económica":

"Nos últimos seis anos o Ocidente acreditou que a política monetária poderia resolver tudo. Esta crise conduziu a enormes défices orçamentais e a dívidas crescentes pelo que, diz o pensamento dominante, a necessidade de desendividamento exige que a política orçamental seja posta de lado. O problema é que as taxas de juro baixas não levarão as empresas a investir se não tiverem procura para os seus produtos. Nem as taxas de juro baixas levarão as famílias a pedirem empréstimos para consumo se estiverem apreensivas quanto ao futuro (e devem estar). O que a política monetária pode fazer é criar bolhas nos preços dos activos. Mas é importante falar com clareza: a probabilidade de políticas monetárias excepcionais restaurarem a prosperidade global é nula."

Vassilis Vassilikos: " A Grévia vai levantar-se e dizer à Europa: Não somos vossos escravos" ( in Expresso)

Em entrevista ao Expresso, Vassilis Vassilikos, um dos mais conhecidos e respeitados escritores gregos da atualidade, considera "inaceitáveis" as pressões que vários líderes europeus têm feito para "condicionar" as eleições de domingo no país.
|
Vassilis Vassilikos. Conceituado escritor grego é particularmente crítico da situação atual e do comportamento da Europa em relação à Grécia
Vassilis Vassilikos. Conceituado escritor grego é particularmente crítico da situação atual e do comportamento da Europa em relação à Grécia
Na Grécia, Vassilis Vassilikos é visto por muitos como uma referência moral. Aos 77 anos, um dos mais respeitados escritores gregos da atualidade, traduzido em mais de 30 línguas, não se conforma com a situação a que chegou o país. O autor da obra Z, que deu origem ao filme homónimo distinguido com o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1970, diz que chegou a altura de o povo grego se erguer e enfrentar a União Europeia.
"Nos últimos cinco anos a Grécia tem sido uma cobaia nas mãos da UE, numa experiência que desgraçou o país. Economicamente, a situação tem piorado a cada dia que passa. Agora chega. A Grécia vai levantar-se e dizer à Europa: Não somos vossos escravos", diz o escritor, que combateu a ditadura militar dos Coronéis, entre 1967 e 1974, e viveu exilado em Roma, Paris e Berlim.
Apesar de concorrer por outro partido da esquerda - que teve 7% nas eleições de 2012 mas que agora deverá ficar abaixo do patamar mínimo de 3% para conseguir um lugar no Parlamento -, o escritor espera que o Syriza vença as legislativas. E acredita que isso "trará uma nova esperança para todo o Sul da Europa".  
Syriza. A coligação de esquerda radical liderada por Tsipras está a um pequeno passo de vencer as eleições de domingo
Em declarações ao Expresso, lamenta a forma como a Grécia e outros países do Sul foram tratados pelo Norte da Europa, nomeadamente pela Alemanha, no início da crise, "retratados como povos preguiçosos que querem viver bem sem trabalhar" e referidos como P.I.G.S (sigla em inglês para Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha, que significa porcos). "Fomos tratados como lixo. A Grécia é o berço da Europa. Foi aqui que foi criada a política, a democracia, a filosofia ou o teatro. E não tiveram respeito por nós".
Apesar do fantasma pairar sobre estas eleições, Vassilis não acredita que haja um risco real de a Grécia sair do euro: "Os gregos não querem isso e a União Europeia também não. Seria um mau precedente". E garante que o país vai vencer a crise. "Sobrevivemos a 450 anos de ocupação turca, sobrevivemos à II Guerra Mundial, a uma guerra civil e a uma ditadura. O povo grego sobrevive há três mil anos e não vai sucumbir por uma simples crise económica".
Para o escritor, os gregos, no entanto, não sairão iguais desta crise. "Sairão melhores", garante. "Redescobrimos alguns valores que tínhamos esquecido como a importância da solidariedade e da união da família. E agora amamos a Grécia, mais do que nas últimas décadas". 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Plano Draghi: 60 mil milhões para a Banca Europeia



Muita euforia devido ao plano Draghi, mas a verdade é esta :São 60 mil milhões para os Bancos e nada mais. Depois se verá o que fará a Banca com esse dinheiro, se de facto o coloca a juro perto do zero ou não? E se de facto a economia real se pode mesmo endividar sem medos...