quinta-feira, 28 de julho de 2016

As sanções não são para já: podemos continuar à procura dos Pokemons...

Apesar do homem holandês de nome impronunciável ficar frustado, as sanções não são para já. Fica a chantagem para Outubro e para o OE de 2017...Por isso o povo pode continuar a caçar Pokemons, festejar o europeu e já a seguir seguem os Jogos Olímpicos. No stress..

Chuva no Mar, Carminho e Mariza Monte


Austeridade em Portugal ou por o cão a perseguir a própria cauda....segundo o FMI

                        

O mea culpa do FMI. Austeridade em Portugal foi como “pôr um cão a perseguir a própria cauda”

28/07/2016 
O Gabinete de Avaliação Independente do Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou esta quinta-feira um relatório que aponta múltiplas falhas às intervenções na Grécia, na Irlanda e em Portugal desde 2010. Embora a avaliação global seja positiva, já que os programas terão impedido que a crise na Zona Euro alastrasse a outros países, são criticadas as previsões económicas demasiado optimistas, a medição incorreta dos impactos das medidas de austeridade e a forma como o ajustamento orçamental foi desenhado, sem impedir que a dívida dos países continuasse a aumentar.

O gabinete que fez o estudo é um departamento autónomo que avalia a atividade do organismo dirigido por Christine Lagarde. O FMI tem uma vasta experência em lidar com crises de pagamentos em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimentos, e foi a primeira vez que acompanhou países desenvolvidos no contexto de uma união monetária.
O relatório realça que o ajustamento nos países a Zona Euro foi mais rápido das últimas décadas, com exeção de um caso recente na Letónia, e que o esforço exigido pode ter sido excessivo. “Os programas apoiados pelo FMI na Grécia e em Portugal incorporaram projeções de crescimento demasiado optimistas. Projecções mais realistas teria deixado claro o provável impacto da consolidação na dinâmica de crescimento e da dívida, e teria permitido às autoridades preparar adequadamente ou persuadido os parceiros europeus a considerar um financiamento adicional - e mais concessional -, preservando a credibilidade do FMI como uma instituição independente e tecnocrática”, refere o relatório.
Em economias sem moedas próprias e com fraca procura externa, o ajustamento colocou um “foco extraordinário” no esforço orçamental. Mas a dimensão do ajustamento “pode ter sido excessiva nestes países”, onde o impacto orçamental das medidas não foi bem calculado e não se deixou atuar livremente medidas conhecidas como estabilizadores automáticos – medidas contra-cíclicas como o reforço do subsídio de desemprego quando há mais desempregados.
De resto, o documento questiona a opção por um ajustamento orçamental tão pró-cíclico – com demasiadas medidas recessivas que agravaram a situação da economia – e os economistas não encontram justificação para que, tanto para a Grécia como para Portugal, as metas para o défice nominal  tenham sido revistas ao longo do programa, em função da evolução do PIB, que contraiu mais do que o esperado.
Esta abordagem, explica o relatório, tem na base o facto de a Comissão Europeia ter metas do défice em percentagem do PIB, quando o FMI costuma utilizar metas nominais. Ao indexar o défice ao PIB, há uma espécie pescadinha de rabo na boca. Como o PIB  diminui, o défice em função do PIB aumenta, e são necessárias mais medidas de consolidação, “exacerbando a contração”. “Esta abordagem é auto-destrutiva, tal como é caso de um cão a perseguir a própria cauda”, refere o relatório.
 Em contrapartida, no caso da Irlanda, não houve revisões das metas do défice e permitiu-se que os estabilizadores funcionsassem em pleno, “contribuindo para a correcção orçamental e uma recuperação mais cedo”.
A própria composição do ajustamento orçamental – baseado sobretudo em aumentos de impostos e não em cortes de despesa – é alvo de críticas. “Nesta perspectiva, a implementação dos programas foi, em alguns casos, prejudicial ao crescimento e, como corolário, inimiga da sustentabilidade da dívida”.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sanções a Portugal ( Espanha) para desviar a atenção da falência do Deustche Bank...

Maria Luís talvez  tivesse razão....se calhar se fosse governo, até não existiam sanções . Porque já se percebeu que as sanções têm objetivos simples: castigar o governo dito de esquerda ( que tem comunistas e bloquistas a apoiar, oh deus) , castigar quem diz que é possível alterar ( nem que seja um pouco) a austeridade e desviar as atenções do estado calamitoso em que está Banca Alemã...com o Deustche Bank em falência.
E a Europa revela-se: afinal os que diziam ser contra as sanções viram o bico ao prego... e votam a favor das sanções....pois também mereciam ser sancionados.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

It,s oh so quiet, Bjork

Em honra das falências dos bancos, esta música da Bjork, porque é mesmo tudo muito silencioso...mas quando explode...

Deutsche Bank e restantes Caixas Bancárias alemãs: Esconder a falência falando de resgastes a Portugal...


Quando questionado sobre o Deustche Bank e seu estado de degradação... Schauble desviou o assunto e disse ter receio de um resgate a Portugal...Ora aí está uma forma ardilosa de desviar os problemas. A Banca alemã está falida como esteve /está a Banca Europeia e por muito que quisessem esconder, agora os problemas aparecem. Ora aí está uma forma de gastarem o dinheiro excedentário alemão: vão ter de o meter na Banca... E depois venham cá dar lições ao Portugal e outros países...