sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Durão Barroso, desde MRPP até ao Goldman Sachs, o homem não quer ser rejeitado...

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Durão recusa ser discriminado, pois quer o mesmo tratamento que Mario Draghi e outros que já passaram pela CE... Mas o que se está a passar é mesmo cómico: ser rejeitado e tratado como um
lobista, o que verdade:
- Um lobista da guerra- Cimeira dos Açores
- Um lobista dos baixos salários e poucos direitos
- Um lobista das Privatizações
- Um paladino da austeridade
- Etc

Enfim um ser sem coluna vertebral , mas que quer ser respeitado, isso é que é cómico.
Dos tempos do MRPP até ao Goldman Sachs , que caminho sempre a subir!

Oxalá, Terrakota


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Eu e os condóminos ( RAP)

Tributação de activos mobiliários acima de 1 milhão de euros: Afinal a classe média são só 8 mil pessoas...

Eu já andava desconfiado que a classe média tinha encolhido, confirmei agora, pois os comentadores ricos da TV, os Sousas Tavares e outros alarmistas dizem que isto vai afetar a classe média.
Mas parece que  só há 8 mil pessoas com património superior a 1 milhão de euros. Serão esses a classe média para os senhores comentadores do dinheiro... Deixo vos em baixo imagem de uma casa de 1 milhão de euros. Penso que o que falta para a polémica desaparecer era aparecer na TV algumas imagens destas casinhas que são avaliadas em 500 mil , 600 mil, 700 mil, e por aí fora... aí a verdadeira classe média relaxava e diria : afinal não vou pagar nada!
Já agora dizem os senhores comentadores do dinheiro, que isto pode ser igual à crise da TSU do tempo do Passos Coelho. Bem , 8 mil pessoas já dá para fazer uma manif, é só colocarem no facebook....
Resultado de imagem para casa de 1 milhão de euros

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O Horizonte, Teresa Salgueiro


Tributação de activos imobiliários acima de 1 milhão de euros: Passos Coelho estava de acordo em 2013...

Mais um vídeo do Blog Geringonça, exelente pela oportunidade. Pena que as tvs não passem esta pérola de declaração "soviética" de Passos Coelho...

O País que passa na Televisão está cheio de ricos, Ana Sá Lopes ( 21/9/2016)

O país que passa na televisão está cheio de ricos

Um jornalista radical, Serge Halimi, escreveu um dia que desde que os jornalistas começaram a viver com os salários das classes altas, nos bairros das classes altas, a ir aos restaurantes das classes altas, começaram instintivamente a defender os interesses das classes altas, dos banqueiros, dos grandes empresários, e a ignorar os trabalhadores comuns que sobreviviam com dificuldades. Num passado remoto, o jornalista era um operário como os outros. Depois dos anos 80, as coisas mudaram.

Este livro de Serge Halimi é antigo e, entretanto, o panorama do setor da comunicação social alterou-se: os salários dos jornalistas são baixíssimos e alinham genericamente pela classe média nacional, onde um vencimento de 1500 euros líquidos é considerado bom. Os salários que não mudaram – a par dos administradores dos bancos e das grandes empresas – foram os dos mais conhecidos comentadores políticos.
A menos que se trate de uma qualquer “síndrome de Estocolmo” – que existe sob as mais estranhas formas –, o facto de o país comentador ter vindo abaixo com o anúncio de um novo imposto para o património mais elevado, que vai substituir o imposto de selo criado pelo governo Passos/Portas, prova que quem tem acesso à televisão não conhece o país em que vive, onde o salário médio é de 800 euros e a acumulação de património com valor tributário de 500 mil euros é uma raridade. Não é valor de mercado: é valor tributário, o que é radicalmente diferente.
É evidente que a maneira como o novo imposto foi apresentado não podia ter sido mais desastrada. Quando Costa vem ontem dizer que, praticamente, não existe imposto nenhum, é uma tentativa de controlo de danos – a 25 dias da apresentação do Orçamento – desesperada.
Mas uma coisa é a forma, outra o conteúdo. A unanimidade dos comentadores não representa o país real. Alguém que faça o favor de lhes diminuir os salários de forma a permitir que tenham possibilidades de obter um melhor conhecimento de causa.

Nota de tripalio: Não podia estar mais bem explicado do que pela Ana Sá Lopes e questiono, esse "investimento" em casas quantos postos de trabalho criará , hão de me dizer...